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Nota breve (II)

Não deixes de viver a tua vida O tempo dura menos de uma hora Encontra em cada noite uma partida

Agosto 14, 2018
Mãos Fechadas

Trago as mãos sempre fechadas Já não abrem por ninguém São duas asas paradas À procura do meu bem Trago

Abril 5, 2018
“Nostalgia de Alfama”: Cartas Ficcionais de António dos Santos

Querida Julieta, Os anos findam e nós continuamos a buscar o melhor que temos para dar. Conheci-te no fim de

Dezembro 29, 2017
Quadras (II)

Antes que o dia termine Antes que a noite nos leve Há-de haver um novo tempo Um sorriso menos breve

Dezembro 23, 2017
Quadras (I)

Tenho medo de perder Esses olhos que são teus São a luz do amanhecer Quando despertam nos meus Tenho as

Dezembro 8, 2017
“Nostalgia de Alfama”: Cartas Ficcionais de António dos Santos

Minha querida Julieta, Sempre que lembro os teus olhos na claridade da madrugada, sinto dentro de mim o caminho que

Novembro 21, 2017
Cidade onde anoiteço

Vejo medo nos teus olhos Tão meigos mas tão distantes A cismar um mar de escolhos Na cidade que era

Novembro 8, 2017
Santa Apolónia 02:58

Uma vida em branco À espera do nosso poema eterno Empoeirado dentro de nós Debaixo dos nossos escombros Vida adiada

Outubro 29, 2017
Tantos anos

Já passaram tantos anos Desde a nossa despedida E sobraram desenganos Já passaram tantos anos P’ra lembrar por toda a

Outubro 20, 2017
Além da noite (II)

Porque ficámos parados a contemplar-nos em milésimos de nada? Sentiste o mesmo que eu senti. Mas como poderei saber se

Outubro 8, 2017
Além da noite

O tempo passa e as ruas permanecem. Guardamos nelas pedaços da nossa existência Como se ainda existisse o vento da

Outubro 2, 2017
Bairro Alto 23:48

A crueza da vida Como a poeira do tempo Dorme em cada noite esquecida Na penumbra da solidão A imagem

Setembro 21, 2017
“Nostalgia de Alfama”: Cartas Ficcionais de António dos Santos

Minha querida Julieta, Tens de contar-me mais sobre os sonhos que deixaste escritos na última carta que enviaste. É fácil

Setembro 15, 2017
Correr dos dias

Além do correr do rio Posso escutar o correr da cidade Escuto a pressa no caos De cada homem, de

Agosto 18, 2017
O fim da rua

Olhas o fim da rua Não sabes bem em que casa nasceste: Perguntas de onde vens Perguntas para onde vais

Julho 29, 2017
De passagem

Como a tarde finda neste lugar Também assim um dia partirei Despindo as minhas mágoas deixarei Minha alma entregue à

Julho 22, 2017
Encontro (II)

No tempo que perdi a encontrar-me Perdi-me de mim mesmo na cegueira De haver um coração a procurar-me Em cada

Julho 15, 2017
Encontro

Vou por aí Perder-me na solidão Nas saudades que deixámos pelas ruas de Lisboa Sentar-me no topo A desvendar as

Julho 8, 2017
Resplendor

Por dentro destes olhos que choraram Lamentos de uma vida adiada Há fontes e palavras que secaram Em lágrimas de

Julho 1, 2017
Além das Horas

Não sei se ainda estás à minha espera Não sei se ainda tenho o teu perdão Quem ama sem razões

Junho 24, 2017
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