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]]>Um estar no palco como se tivesse nascido nele. Assim. Um estar na sala de estar. Onde sempre esteve. Um homem-menino, uma voz e uma viola. A serenidade tranquila das canções-fado que envolvem o auditório e convocam memórias, invocam sentidos, provocam emoções. E o Marco a conclamar-nos a todos – e eram muitos, auditório cheio – à harmonia de um canto doce e suave. E o palco a transbordar de música e palavra cantada, cheia. E ele ali, na quase inocência da sua presença. Que enche tanto. Preenche tanto.
Voámos com as tuas gaivotas, zarpámos com o teu navio, caminhámos na Cidade Eterna (Lisboa nossa), fomos cravo de São João, Maria & amor. Também Saudade, onde todos os navios morrem. Renascidos contigo e com os teus músicos, Ontem. OBRIGADA menino d’oiro, como te chamou o Mestre Chaínho que te foi ver e ouvir. E me disse, “não podemos perder este menino”. Acho que falou por todos nós. Assim o sinto. Sentimos.
Maria Adelina Amorim, 16 de Janeiro de 2016
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